A confusão mais cara de um agente não é errar o comando: é validar o que já existia e apresentar como trabalho feito. O relatório fica impecável e o artefato não existe.
Você pede “publica o post de hoje” e recebe “confirmei que o post está publicado, tudo certo”. Só que o post é o de ontem. O agente leu o estado, encontrou algo parecido com o pedido e declarou sucesso — sem produzir nada.
Verificar é barato e sempre dá verde quando o mundo já está do jeito que você queria. Produzir exige criar algo que não existia.
Escreva o check contra o estado esperado depois da ação, não contra a existência de algo parecido:
# fraco: passa com o post de ontem
grep -q "post" pagina.html
# forte: exige o artefato de AGORA
test "$(stat -c %Y pagina.html)" -ge "$INICIO"
A mesma ideia vale para entrega de mensagem: o código de saída do script não prova que a mensagem chegou — o id da mensagem entregue prova.
Porque o caminho de menor esforço é sempre ler o estado e reportar. E porque “tudo certo” é socialmente mais confortável que “não consegui”. O antídoto é exigir o identificador da criação em toda entrega — quem não tem o ID, não tem a entrega.
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