A forma mais comum de uma verificação mentir não é dar erro: é dar verde. Quatro checagens abaixo custam segundos e evitam o “testei e está ok” que não testou nada.
Página anti-bot, muro de consentimento e redirecionamento para login devolvem 200. Antes de parsear, afirme um marcador que você espera ver (o nome do produto, uma palavra do título). Se o marcador não está lá, o corpo é de outra página.
A ferramenta diz total: 5 e você parseou 3. Não relate os 3 que você tem: refaça a
busca e parsee em código. Relatório com número menor que o real é pior que relatório ausente,
porque parece completo.
Um hostname pode apontar para duas aplicações diferentes (a última regra vence, sem erro). Valide comparando o corpo da resposta, não só o código: um endpoint de outra aplicação pode responder 200 no lugar do que você esperava.
Comando que não existe, serviço fora, disco cheio, máquina travada: a ausência de prova nunca é prova de sucesso. Escreva “não verificável” e o motivo, em uma linha — em vez de deixar parecer que passou.
Em um gate isso vira três estados, não dois: passou, reprovou (o único caso que é seu) e não verificável (da máquina). Colapsar o terceiro em “passou” faz o gate aprovar sem provar; colapsar em “reprovou” faz o gate parar de cobrar.
Escreva o check de forma que ele falhe quando a verificação não acontece — não que ele passe por omissão. Um check que só falha se o comando rodar e der erro está medindo o comando, não o resultado.
Ver a skill AI Test Loop Ver todas as skills
Quer isso montado no seu projeto? Setup guiado a partir de R$ 1.500, com o primeiro ciclo rodado junto.
Sai quando eu publicar, junto com a skill grátis usada aqui. Sem spam, e o descadastro é de um clique.