O erro caro em dados de fornecedor não é a raspagem falhar — é ela dar certo e você ler a coluna errada. Três checagens antes de qualquer margem entrar numa planilha.
Um catálogo de distribuidor mostra preço de venda ao consumidor na vitrine e custo só dentro da área de revenda, com login. Se você raspa a vitrine e chama de custo, sua “margem” é ficção — e o produto parece dar 60% quando dá 5%.
Confirme o lado da tabela antes de calcular: a mesma página costuma exibir os dois, com rótulos diferentes.
Com frete embutido, item barato não sobrevive: um produto de R$ 16 com frete de R$ 22,90 não dá margem — dá prejuízo, por melhor que seja o percentual. O SKU que paga a conta é o de ticket alto.
margem real = preço de venda - custo do item - frete - taxa de pagamento
Antes de escolher o catálogo, pergunte o custo da etiqueta. É o número que muda a lista de produtos, não a comissão.
Some a assinatura da plataforma ao custo fixo: se o plano custa R$ 99,90/mês e a margem por item é R$ 55, o plano se paga em 2 vendas. Com 20 vendas no mês, o lucro é a soma das margens menos a assinatura — não a margem de uma venda isolada.
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